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Webinar Microsoft – O Colégio Vasco da Gama representado pelos professores Ana Paula Loureiro e Vítor Girão Bastos

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Ana Paula Loureiro na Sic Notícias



Iniciativa de um grupo de professores, o projeto #somossolução promove o acesso às tecnologias digitais através da doação de material informático. O apelo foi feito a empresas e particulares e mais de 60 agrupamentos de escolas  já receberam computadores e impressoras que foram entregues a alunos carenciados.


O confinamento obrigou a repensar as metodologias de ensino e levou professores a encontrarem novas formas de comunicar. A pensar nas dificuldades da classe, um grupo de docentes criou um grupo de apoio que conta já com 27 mil subscritores.

Com a chegada do terceiro período, um grupo de três professores, há já muito familiarizados com o E-learning, decidiu criar uma plataforma de partilha de conhecimentos para auxiliar docentes que, num curto espaço de tempo, tiveram de se adaptar às ferramentas digitais. A adesão foi imediata, massiva e ultrapassou todas as expectativas.




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Vamos ajudar os alunos sem acesso a computadores?

Com as escolas encerradas por causa da pandemia de covid-19, a solução tem passado pelo ensino à distância. Mas esta é uma solução que está longe de ser simples e de acesso universal: falta formação aos professores para o e-learning e muitos alunos não têm computadores e internet para acompanhar este tipo de aulas. Foi a pensar no primeiro problema que o professor Vítor Bastos criou o grupo E-Learning Apoio, que conta já com mais de 22 mil membros. Para a segunda dificuldade, criou agora o projeto #SomosSolução .

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iClass e e-Learning no canal Saúde+


Depois do encerramento das escolas, decretado pelo Governo, docentes, pais e alunos tiveram de se adaptar, rapidamente, a novas rotinas. Como trabalham os professores? (clique aqui ou na imagem abaixo para ver o artigo no site).


Canal Central – professores do iClass lançam canal e-Learning – Apoio para apoiar colegas através do Facebook (min. 4:36).

O grupo foi lançado no dia 14 de março por dois professores do Colégio Vasco da Gama, Ana Loureiro e Vítor Bastos. Após o anúncio feito pelo primeiro ministro, referindo-se ao encerramento das escolas, entreviam-se muitas dúvidas sobre como manter a maior parte da atividade escolar (aprendizagem, avaliação, comunicação) à distância.
O grupo do Facebook teve um grande crescimento e tem, neste momento, um grupo mais alargado de administradores/moderadores, que podem dar respostas rápidas e direcionadas para as mais diversas ferramentas digitais de apoio à aprendizagem (Francisco Gomes, Ondina Espírito Santo, João Jerónimo, João Marôco, Jorge Braga, José Marques, Mário Lima e Paulo Gafanha).


O iClass na Sábado

Depois do coronavírus, a escola nunca mais vai ser a mesma

23.03.2020 06:57 por Margarida Davim


A pandemia de covid-19 está a mudar as escolas. E talvez seja para sempre. Mas os ritmos e as formas a que professores e alunos se estão adaptar às aprendizagens à distância são muito diferentes. Se há casos de sucesso e docentes motivados com a oportunidade de usar novas tecnologias, também há muita incerteza.

A pandemia de covid-19 está a mudar as escolas. E talvez seja para sempre. Mas os ritmos e as formas a que professores e alunos se estão adaptar às aprendizagens à distância são muito diferentes. Se há casos de sucesso e docentes motivados com a oportunidade de usar novas tecnologias, também há muita incerteza sobre a forma como alguns alunos carenciados estão a ser acompanhados. E o receio de que haja um agravamento das desigualdades sociais quando a escola depende do acesso a bens como telemóveis, computadores e ligação à internet.

Para os alunos do Colégio Vasco da Gama, em Belas (Sintra), esta foi só mais uma semana de aulas. Mesmo em casa, em isolamento social, cerca de 200 estudantes desta escola privada usaram as plataformas a que estão habituados, como a Iclass. Normalmente, usam-na em sala de aula, beneficiando de ferramentas digitais que permitem, por exemplo, que o professor entre diretamente no tablete de cada um para acompanhar o que estão a fazer. Agora, estão a fazê-lo em casa. Mas não se trata de território desconhecido.

Vítor Bastos, professor de Geografia do 3,º ciclo, trabalha com o Iclass há 4 anos e, quando soube que o Estado ia fechar todas as escolas do país por causa da pandemia do novo coronavírus percebeu que podia usar a sua experiência para ajudar outros colegas. Criou o grupo de Facebook e-learning-apoio com o objetivo de partilhar experiências e dar alguma formação.

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O iClass no Público

No primeiro dia de escola à distância, são os professores a mostrar “vontade de aprender”

Milhares de docentes organizam-se online para perceberem como usar as tecnologias para continuar a ensinar. Ministério da Educação criou site para partilhar recursos e boas práticas.
Samuel Silva 17 de Março de 2020, 6:30

Nunca tinha havido um dia como este nas escolas. Esta segunda-feira, sem alunos presentes e com pouquíssimos professores nas salas e corredores, as direcções dos agrupamentos tentaram responder ao desafio motivado pela suspensão das aulas presenciais, como parte do esforço de contenção da covid-19 em território nacional. Em suas casas, os professores procuravam aprender online a melhor forma de conseguirem manter o ensino, mesmo que os seus alunos estejam agora longe.

Uma conversa entre dois professores rapidamente se transformou numa dessas respostas. Vítor Bastos, professor de Geografia, e Paula Loureiro, professora de Inglês, criaram, no Facebook, o grupo “E-Learning – Apoio a professores”. O objectivo era o de dar apoio aos colegas que precisassem de fazer uma transição das suas matérias para um formato digital. Assim que o disponibilizaram, ao meio-dia de sábado, começaram a chegar, às centenas, os pedidos de acesso.

“Rapidamente percebemos que a adesão era superior à nossa capacidade de resposta”, conta Vítor Bastos, professor do Colégio Vasco da Gama, em Sintra, que além de Geografia, ensina Informática. Foram, por isso, chamados outros colegas que pudessem também dar assistência aos professores menos acostumados ao uso das tecnologias. Ao final da tarde desta segunda-feira, o grupo reunia cerca de 11. 400 pessoas.

Ali trocam ideias desde professores à procura de conhecimentos básicos – como perceber o funcionamento de plataformas de videoconferência ou a melhor forma de partilhar conteúdos áudio com os alunos, por exemplo – até especialistas em tecnologia e ensino à distância, dispostos a dar apoio especializado em diversas plataformas. “Nem todos temos as mesmas competências, mas todos temos vontade de aprender”, ilustra Vítor Bastos.

Entretanto, um dos especialistas dentro desse grupo, Jorge Braga, criou também o site Escola de Professores, destinado a auxiliar os docentes na utilização das plataformas da Microsoft para um contexto de ensino, em particular o Microsoft Teams. A multinacional norte-americana ofereceu 5000 licenças Office 365 a cada estabelecimento de ensino. O número de novas inscrições ao longo do dia de ontem fez com que o acesso tivesse estado mais lento do que o habitual.

Escola Virtual da Porto Editora, tornada gratuita para professores e alunos esteve também inacessível ao início do dia face ao número de utilizadores superior ao normal. A empresa ultrapassou, entretanto, as dificuldades.

Além das respostas cooperativas ou do sector privado, há também uma resposta pública ao desafio que os professores têm pela frente nas próximas duas semanas. Durante o fim-de-semana, a Direcção-Geral da Educação criou o portal Apoios às Escolas, em colaboração com a Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, que esta segunda-feira foi para o ar.

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Aprender Geografia com o BookCreator

BookCreator

Os alunos do 9º ano estão a criar estórias, sobre riscos e catástrofes naturais, para contarem aos colegas do 1º e 2º anos.

Saber o que é, como prevenir e como atuar em situações de sismos, incêndios, secas, cheias, etc, utilizando uma linguagem acessível aos mais novos, não é tarefa fácil!


No dia 30 de janeiro de 2020, o iClass fez-se representar no evento Build Brighter Futures, por três professores e três alunos.

No stand, os alunos faziam mostras de como trabalham em iClass.

Colaboração, capacidade de adaptação, trabalho interdisciplinar e avaliação formativa, foram alguns dos conceitos referidos.

Quanto a ferramentas, os alunos apresentaram o Teams, o Minecraft, compilações em Wakelet, cadernos diários em Onenote, o Sway, o Forms, entre outras ferramentas da Microsoft como o Word e Powerpoint, Online e Offline.

Apresentámos ainda alguns vídeos demonstrativos do que é trabalhar em iClass.


EUROPEAN MONEY QUIZ

É já no dia 21 de janeiro que iremos participar na fase Challenges do European Money Quiz.

Com esta competição europeia, jogada online através da app Kahoot, pretendemos fomentar a literacia europeia nos nossos alunos e desenvolver literacia económica num mundo onde a economia é, cada vez mais, global.


Trabalhar a partir de casa!

Por vários motivos, vemo-nos, por vezes, limitados nas nossas deslocações.

Hoje-em-dia, a tecnologia pode-nos ajudar a ultrapassar esse problema, quebrando barreiras espaciais e levando a escola à casa dos nossos alunos. 

Por diversas vezes, alguns dos nossos alunos assistiram e participaram nas aulas a partir das suas casas. Mesmo em situação de trabalho de grupo.

Desta vez foi uma aluna do 9º ano que esteve presente nas aulas de Português e Geografias em sessões síncronas. Recorrendo ao Skype e ao Teams, participou oralmente em algumas questões colocadas pelos professores tendo ainda trabalhado numa pesquisa e elaboração de um trabalho de pares.


E aí estão os resultados do projeto InterEscol@s



E já vamos na segunda sessão!
Os grupos das duas escolas estão empenhados nas suas tarefas, trabalhando à distância em documentos partilhados, e comunicando através do Teams.



PiE – Projeto InterEscol@s

Já imaginou alunos de duas escolas que distam mais que 300 km, a trabalhar em grupo?

Pois é, em dezembro, alunos de turmas do nono ano, da Escola Secundária/3 Rocha Peixoto de Póvoa do Varzim (9ºB) e alunos do 9ºA do Colégio Vasco da Gama, irão formar grupos para analisar e debater alguns dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Apoiados em tablets, computadores e smartphones, os alunos irão trabalhar colaborativamente através do Teams e do Skype, criando, por estes meios, as equipas de trabalho.

Iremos usar ainda, ferramentas de colaboração e de avaliação formativa, como o Padlet, forms, Flipgrid e PowerPoint online.

Estamos ansiosos para que chegue o dia!

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BU4Y

No âmbito da disciplina de Aplicações Informáticas, as turmas do 12º ano fizeram campanhas de sensibilização direcionadas para os alunos do terceiro ciclo.

Sob o nome de BU4Y (By Us For You), este projeto, que já conta com 4 anos, ganha cada vez mais sentido no mundo conectado em que nos movimentamos.

Para aproveitar ao máximo as potencialidades que a Internet nos oferece, é necessário que se desenvolva uma cultura de segurança e respeito, que deve começar desde muito cedo.

Uma vez que  no projeto iClass, os nossos alunos trabalham diariamente em rede, estas campanhas centram-se em temas como o Cyberbullying, NetEtiqueta, Palavras Passe Seguras, Navegação Segura e Dispositivos Móveis e Conectáveis. Já se abordam, também, algumas ideias sobre IoT.